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Estudantes: Futuros trabalhadores do Conhecimento

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Crédito: Divulgação

Por *Jhonathan Lima

 


            A população mundial passou por grandes mudanças demográficas que modificaram toda a população de maneira quantitativa e qualitativa de vida e trabalho, ou seja, o aumento da expectativa de vida em países desenvolvidos e em países emergentes e saindo de um modo de trabalho manual não qualificado para uma atividade basicamente intelectual. Há história comprova isso, no início do século XX, com o advento da revolução industrial os grandes países em desenvolvimento da época, usavam em seus meios de produção em sua grande maioria trabalhadores braçais, nos diversos setores de trabalho (nas indústrias, no campo e no artesanato).

Com o passar dos anos, percebeu-se a necessidade de trabalhadores com conhecimento/ educação formal, passou-se a investir em educação/ formação técnica profissional. Nesse meio tempo, entre o início e a metade do século XX, o mundo viveu duas grandes guerras mundiais, que transformaram de maneira extremamente significativa os modos e costumes de vida em vários países, com a migração de povos que fugiam das áreas de conflito e a revolução da informação na segunda metade do século XX foram fatores importantes na transformação social em diversas nações.

            Há medida que se passou a investir na educação do trabalhador, houve também uma melhoria na sua qualidade de vida, o que aumentou a expectativa de vida dos trabalhadores, melhorando as condições de trabalho refletindo diretamente na sua vida fora das organizações empregadoras. Nos países desenvolvidos a maior parte dos trabalhadores hoje, é do conhecimento, Isso comprova a tese de que: O desenvolvimento de um país perpassa pelo investimento educacional em seu povo. A universalização do ensino e a qualidade dele são a mola propulsora para o desenvolvimento de uma nação economicamente forte e com cada vez menos desigualdade social.

Segundo Drucker (2002). Durante milênios, não houve escolha para a esmagadora maioria de pessoas em qualquer país. O filho de um trabalhador rural seria um trabalhador rural. O filho de um artesão se tornava artesão, e a filha de um artesão casava-se com um artesão; o filho ou a filha de um operário de fábrica trabalharia numa fábrica. Qualquer mobilidade que houvesse era descendente, não ascendente.

O Brasil nos últimos nove anos vem possibilitando a sua juventude, essa “abertura” do campo da educação formal, o país vem investindo de maneira intensa recursos no desenvolvimento de políticas de acesso ao ensino superior e expansão na oferta de vagas, através da criação e expansão das Universidades Federais e Institutos Federais de Educação para ensino técnico profissional. Com a criação do Prouni, programa que oferece bolsas de estudos em instituições de ensino superior particulares, que chegou este ano a marca de 1 milhão de bolsas concedidas a estudantes de todo o Brasil, dos mais diferentes rostos, cores, crenças, crédulos, e quaisquer outras formas de “diferenciação”, o Fies, programa de financiamento de estudos em universidades particulares, o ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio,  – e Sisu, Sistema de Seleção unificada. Milhares de estudantes puderam realizar ao sonho de ingressar em uma Universidade. A criação de centenas de escolas de formação técnica (Institutos Federais), para preparar o jovem para o mercado de trabalho de maneira mais rápida, para atender a demanda do mercado. Fugindo aquela lógica que Drucker apresentou, de que o filho do artesão seria necessariamente artesão, e assim por diante nas camadas sociais inferiores em poder econômico.

Hoje a taxa de desemprego no Brasil é de 6% segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), essa é a menor taxa registrada desde 2002, o país vive um em momento de pleno emprego, onde praticamente somente permanece desempregado, quem não quer trabalhar ou quem não tem uma qualificação (ainda) para estar ocupando uma vaga no mercado de trabalho. O governo vem fazendo a parte dele, aquecendo o mercado pra gerar emprego possibilitando a nossa juventude à opção de querer estudar ou não.

Paulo Afonso vem tornando-se um pólo educacional no território de Itaparica, região norte do Estado da Bahia. Dispomos de uma Universidade do Estado (UNEB) um Instituto Federal (IF-BA), um centro de formação integrada (CETEPI, antigo CIEPA) uma Faculdade particular presencial (FASETE) e ainda outras que oferecem o ensino EaD. Ainda neste ano de 2012, pode ser anunciada a instalação da Universidade do Vale do São Francisco – UNIVASF, que consolidará de vez Paulo Afonso, como um pólo educacional nessa região do Nordeste do país e, que deverá impulsionar nossa economia com a vida dos estudantes de outras cidades. Ter uma formação de nível superior ou técnica não é tão difícil quanto antigamente.

 

*Jhonathan Lima

1º Diretor de Movimentos Sociais

União dos Estudantes da Bahia

 


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Raffaela Pereira on 19/02/2012 21:25:36
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Jhonathan sempre usando bem as palavras como forma maior de expressão. Parabéns.
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Cinthia Rafaely on 19/02/2012 13:11:15
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Parabéns Jhonathan Lima! vc é um cara de visão. Adorei seu texto, conteúdo muito inteligente. Sucesso!
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Jamile on 18/02/2012 23:28:07
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parabéns amigo, gostei, muito bom.
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Cleber on 18/02/2012 23:25:16
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É isso ai rapaz... belo ponto de vista... segue assim firme e forte!
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Larii on 18/02/2012 23:20:36
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Super - Curtir
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Suane Carvalho on 17/02/2012 20:46:04
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Otimo texto! Leituras como esta nos enriquecem muito.

Parabens Jhonathan Lima.
Abraço.
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Daiany on 16/02/2012 21:52:39
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Muito bom pense, parabénssss
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Tays Lima on 15/02/2012 16:44:12
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Eu admiro pessoas como Jhonathan Lima que tem uma pensamento aberto e concordo que existe pontos positivos em relação ao apoios que são feitos com o objetivo de crescer a educação do país, apesar que muitas coisas há que melhorar. Por exemplo o País não tem problemas em relação a dinheiro quando se trata em investir na educação. O brasil gasta mais que outros países em em relaçao a ajudar no ensino educacional, porém o problema que é mal administrado, mas a solução é aceitar o que nos tem de direito que é a oportunidade de ingressar num ensino superior. Boa matéria!!!!
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wellyda carla on 15/02/2012 16:39:40
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gostei muiito adoreiii!!! :)
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