EDUCAR PARA A SUSTENTABILIDADE: CONSTRUCTO DE PRÁTICAS CORRETAMENTE AMBIENTAIS
Silvano Wanderley
Hábitos de consumo deverão ser focado na produção de produtos e serviços
A Educação ambiental tornou-se premissa de atos diários para revermos nossos hábitos e ações de consumo e descarte responsável diante a tendência consequente e que ampara a manutenção da fauna e flora: A SUSTENTABILIDADE.
Devemos entender que nossos hábitos de consumo deverá ser focado na produção de produtos e serviços socialmente responsável, onde as organizações precisam adotar práticas corretas em produzir seus portfólios sem agredir ao meio ambiente e a sua ética.
Entendemos por meio ambiente:
Todo espaço geográfico exposto num só sistema, e consequentemente interagindo, reproduzindo e transformando-se mutuamente das relações biológicas e antrópicas geradas. (Ferreira, Silvano W. 2010: p.31)
“O papel da educação ambiental nas sociedades que ainda não são sustentáveis, é o de propiciá-la. (…) Atribuindo à educação ambiental um papel crucial, porém não salvacionista, a educação orientada para a sustentabilidade é processual, e plasmada ainda numa cultura de transição. Necessariamente terá que contar com instrumentos, pedagogias e objetos de cultura que ainda fazem sentido em um mundo regido pela lógica da insustentabilidade” (Crespo, 2000: 225-226).
Devemos pensar nessa abordagem, em relação ao consumo consciente, na procura por produtos e serviços que tenham pelo menos responsabilidade com a cadeia produtiva, ou seja, na produção em si, respeitar os critérios e ter acima de tudo aplicabilidade nos princípios de respeito ao meio ambiente e da sustentabilidade, ocasionando uma contribuição para a manutenção das gerações futuras no espaço geográfico: O PLANETA TERRA.
Silvano Wanderley – Mestrando em Gestão e Auditoria Ambiental / Ambientalista.

Paulo Afonso,


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