Home | Colunistas | ÁGUA MINERAL: CONSUMO SEM FISCALIZAÇÃO

ÁGUA MINERAL: CONSUMO SEM FISCALIZAÇÃO

Tamanho da fonte: Diminuir fonte Aumentar fonte
image
Garrafão de água mineral.

Os garrafões são onde se encontra a maior contaminação

 

A cidade Paulo Afonso e região, há muito tempo não consome na sua plenitude água do Velho Chico para beber, parece que o alimento potável não é mais o mesmo.

O crescente aumento de 135% no consumo de garrafões de água mineral nos últimos 10 anos denota essa opção por uma água de melhor qualidade para beber.

Mas será que nesse crescente consumo estamos bebendo realmente água com qualidade?

Onde está a fiscalização para aferir essa qualidade e a tal da procedência desses garrafões?

Será que estamos bebendo gato por lebre, ou seja, bebendo água sem os padrões de higiene que possam garantir mais qualidade?

Está na hora de uma fiscalização efetiva e técnica sobre este assunto por parte dos órgãos de saúde pública.

Esse alimento é o principal da vida de todo ser vivo, qualquer inconformidade na água, poderá acarretar sérios danos mais tarde.

Nos últimos anos as fontes de água mineral em todo País foram auditadas e muitas foram fechadas por falta de higiene e limpeza.

Precisamos ficar de olho nas empresas que fornecem água mineral e nas trocas dos garrafões de 20 litros.

 

 

Silvano Wanderley – Mestrando em Gestão e Auditoria Ambiental - Ambientalista.

 


Adicionar para:
Compartilhar

Assinar FEEDS RSS dos comentários Comentários (0 postado):

total: | mostrando:

Poste seu comentário comment

  • email Enviar a um amigo
  • print Versão p/ impressão
  • Plain text Texto





Avaliar este artigo
5.00