RESÍDUOS DE VEÍCULOS AUTOMOTORES: FISCALIZAR OU FECHAR OS OLHOS PARA O PROBLEMA?
Imagem Ilustrativa.
Não há uma fiscalização efetiva, nem programas de educação ambiental
Existem locais em Paulo Afonso, onde oficinas e empresas que atuam no mercado local estão usando lubrificantes para seus veículos em especial veículos de grande porte, ou seja, máquinas, de forma irresponsável e sem a devida fiscalização por parte das instituições de meio ambiente, jurídicas e a sociedade civil organizada, numa clara demonstração de despreparo e falta de interesse com o meio ambiente local.
Há empresas que estão utilizando o solo como forma de escoar o rejeito de óleo e graxa sem a mínima noção que está degradando o local.
Há oficinas que não estão sendo educadas e fiscalizadas no trato com o rejeito do derivado do petróleo, onde notamos grande quantidade de óleo, graxa exposto a céu aberto e de forma natural.
Não há uma fiscalização efetiva, nem programas de educação ambiental que possa minimizar esse dano, não notamos a presença da classe acadêmica, nem dos órgãos de justiça na prevenção e combate desse tipo de agressão ao meio ambiente.
Existem formas e métodos de pelo menos minimizar esse dano ambiental, falta boa vontade e zelo por parte das partes envolvidas nessa problemática, quer seja os donos dos estabelecimentos, dos órgãos de meio ambiente, do conselho municipal, da classe acadêmica, dos ambientalistas, da OAB, do legislativo e dos órgãos de justiça.
Há uma grande quantidade de resíduos líquidos e perigosos despejado diretamente no Rio São Francisco afetando toda a biodiversidade da região, onde sabemos que, claramente já é notada uma diminuição de peixes no rio, devido à ação nociva do homem despejando e jogando toda má sorte de resíduos no Rio São Francisco.
Antigamente era comum falarmos de pesca de fartura nesse Rio, tínhamos o Surubim, Dourado e tanto outros mais em grande quantidade e em quase todos os períodos do ano, mas devido a certas ações, que entre as quais, foi o descarte de material de classe D diretamente nas águas doce do Velho Chico, afetando assim todo o ecossistema.
Esse é o momento de revermos nossas ações, o meio ambiente agradece.
Silvano Wanderley – Mestrando em Gestão e Auditoria Ambiental / Ambientalista.

Paulo Afonso,


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