Produtividade com sustentabilidade: meio ambiente e logística reversa
Silvano Wanderley
O reaproveitamento é um caminho a ser seguido
Muitos perguntam acerca desse tema que é sustentabilidade com responsabilidade produtiva.
Ora, na cadeia produtiva, logisticamente falando, diversos fatores, incidem sua produção, pois há o uso do insumo, transporte, matéria prima, processos produtivos e processos de armazenagem e distribuição na confecção desse produto para o consumidor final.
Tudo bem até aí, produto pronto para o consumo e tudo certo.
Mas, onde entra os impactos ambientais nesse processo?
E as empresas que fazem quando há sobra periférica ou marginal de parte do conjunto desse produto, suas embalagens?
O composto agregado desse produto – embalagem – num exemplo clássico, as empresas tem interesse em reaver e reaproveitar?
Absolutamente que não, somente os aterros, os lixões, os bueiros e outros locais de descarte podem dizer e afirmar com propriedade qual o destino final.
Querem saber o por quê?
Procurem bem próximo as suas casas, sacolas plásticas, garrafas PETI, capas de bombons, restos de material de limpeza jogando nas calçadas e qualquer material descartável longe do seu destino final.
Não há ainda, uma cultura, uma Legislação bem abrangente no tocante a certos descartes e possível reuso desses resíduos sólidos, órfãos da educação ambiental linear e efetiva na vida do povo brasileiro.
As organizações de hoje mantém no seu código de ética, na sua missão e visão algo relativo ao meio ambiente e concordância com os processos de sustentabilidade social, em grande parte tudo somente no papel.
O apelo consumista por parte das organizações é maior que o apelo ao respeito às causas ambientais num todo e é só.
A logística reversa é uma alternativa viável e mais pragmática na solução de reaproveitar e reciclar esses produtos oriundos de um segmento que pouco tem ligado para as questões socioambientais.
Silvano Wanderley – Mestrando em Gestão e Auditoria Ambiental / Ambientalista.

Paulo Afonso,


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